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Porto Velho,  qui,   2/abril/2020     
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Governo usa DER como moeda de barganha política e deixa o órgão quase sem credibilidade

26/11/2015 12:17:21
Gessi Taborda
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PARA PENSAR

O Brasil de hoje é uma luta aberta no âmbito da justiça entre os gatos – do bem – que buscam por na cadeia os ratos do mal. Diferente de Tom e Jerry, na vida real, os gatos – a sociedade brasileira decente – são os simpáticos, contra os ratos – a petralhada e aliados assaltantes do poder- são além de antipáticos, criminosos. (Paulo Saab, jornalista, escritor e professor universitário de São Paulo).

 

CONFÚCIO É UM PÉ NO SACO

O dia em que alguém for contar a história da gestão pública rondoniense de forma independente e sem puxa-saquismo certamente vai classificar a passagem do filosofal Confúcio pelo comando do estado como, no mínimo, um pé no saco. Isso para não responsabilizar o governante peemedebista pelos prejuízos e colocação de entraves ao desenvolvimento do estado.

A última desse soba ariquemense é colocar no DER um soldado aposentado da PM, Ezequiel Neiva, político ruim de voto e sem qualquer formação de nível superior, como o sujeito forte da combalida autarquia estadual. Não tem explicação lógica: o DER é um órgão eminentemente técnico. Deveria ser condição sine-qua-non de seus dirigentes a formação na área de engenharia civil, de preferência com especialização em estradas e transportes.

 

VISÃO CAOLHA

O DER vem sendo utilizado como moeda de troca eleitoral e política nos últimos anos e com isso se apequenou perdendo credibilidade em todos os sentidos. No caso de Confúcio o órgão sofre pelas reminiscências de caserna do chefe do Executivo que não consegue se descolar de seu passado de sargentão no antigo estado de Goiás.

Tira do comando da autarquia um ex-oficial do corpo de bombeiros PM, para dar lugar a um praça aposentado da corporação que sonhava na verdade em assumir uma cadeira na Assembleia, por ser 1º suplente.

Com o ex-prefeito de Ariquemes no comando do governo as perspectivas de Rondônia continuam no degrau mais baixo, apesar da propaganda mentirosa do governo paga, é claro, pelo cidadão-contribuinte-eleitor.

 

RECESSO COM ECONOMIA

O presidente da Assembleia Legislativa rondoniense está decidido a executar um programa de economia das despesas durante o recesso de final do ano. Nesse cenário de crise do país, o deputado Maurão de Carvalho está convencido de que seria um retrocesso manter toda a estrutura da Assembleia funcionando e gastando recursos dispensáveis como energia, combustíveis, material de expediente, etc. Assim, disse o presidente à coluna, “só os setores que não fundamentais” estarão funcionando normalmente no período de recesso parlamentar.

 

PICARETAGEM

A imprensa sempre foi pontuada por iniciativas caça-níqueis executadas por picaretas travestidos de jornalistas. São os tais mercadores mais apropriados, como dizia Millôr Fernandes, para atuar no balcão de secos e molhados do que em veículos de imprensa.

É exatamente o que está acontecendo nesse momento em Rondônia com uma picaretagem em forma de revista onde há um enorme desfile de puxa-saquismo de representantes podres do mundo político estadual.

 

CORRUPTO BEM AVALIADO

Assim, absurdos como afirmar que Alex Testoni, aquele sujeito preso após investigação que concluiu por sua participação no escândalo do “Espaço Alternativo”, é o “prefeito mais bem avaliado de Rondônia” é simplesmente fichinha para o cara travestido de “jornalista” (Deus que nos livre!), certamente deslumbrado com as quirelas do Poder.

Em relação a Confúcio, a versão da pasquinácia publicação deu-lhe uma aprovação de 62 por cento dos moradores de Rondônia. O índice só pode ter sido apurado em enquete do lixo com formato de revista.

 

SEM INTERRUPÇÃO

Até agora apenas o deputado José Hermínio manifestou publicamente sua disposição de disputar o pleito do próximo ano. Acontece que Hermínio não tem do seu lado ninguém com visão suficiente para orientá-lo nos próximos lances de sua carreira política.

Deputados com o pé no chão estão deixando de lado a ideia de se candidatar, mesmo quando têm condições de ganhar alguma prefeitura. Afinal, sem reeleição quem for para uma prefeitura terá de amargar dois anos fora do mandato.

Este é o motivo pelo qual o competitivo Adelino Follador está fora da disputa em Ariquemes onde pretende influir no processo lançando candidato próprio por seu partido ou apoiando algum nome de uma possível aliança.

 

A FILA ESTÁ ANDANDO

Quem não gostou nada da desdita do senador Delcídio foi seu colega de Rondônia, Valdir Raupp, também citado em delações premiadas na Lava Jato. Valdir, o bambambã do PMDB rondoniense sabe que o episódio Delcídio é uma sinalização de que fila está andando.

 

O BICHO VAI PEGAR

Não tenham dúvidas de que se o Senado livrar Delcídio a reação da opinião pública será implacável. O Senado, que no momento está fora dos holofotes, será alvo de protestos e ficará sob bombardeio. E nesse caso, senadores que votarem pela soltura de Delcídio não serão poupados. Quem está disposto a se desgastar pessoalmente para salvar a pele de Delcídio?

A prisão de um Senador de destaque como Delcídio era tudo o que Raupp, Renan, Lobão e outros citados na Lava Jato não queriam.

 

TETAS DO GOVERNO

O governo rondoniense, através de seu blog, reconheceu que a nomeação de comissionados para cargos altamente remunerados é um forte estimulante da corrupção na gestão. Ele chegou a ilustrar o texto onde (quá!qua!qua!qua!) desanca com exagero da nomeação de CDS (o que ele mesmo fez no governo do estado) com a figura de uma mulher bem vestida agarrada nas tetas de uma vaca. Mas, fora o texto do blog, Confúcio não fez mais nada.

 

FRUSTRAÇÃO

As tetas da vaca governamental continuam sendo sugadas com o beneplácito do filosófico político. Nada, durante toda essa gestão (???), de medidas anti-corrupção. E também, podem apostar, nada será feito pelo governante para acabar com esse enorme ralo “CDS” por onde se esvai o dinheiro do contribuinte.

Sem protestos do povo, nas redes sociais ou nas ruas, Confúcio só vai por a boca no trombone nas suas lenga-lengas do blog, enquanto no real vai deixar tudo como está. Ele não precisa de autorização legislativa para enxugar o imenso volume dos CDS de sua (???) gestão. Esse negócio de mandar projeto para a Assembleia é mero truque de madame.

 

APÓS O RECESSO

O Brasil é mesmo o país das bruzundangas. Não tenham dúvidas: os deputados vão jogar a decisão de afastar Cunha da presidência para depois do recesso. Se o Supremo Tribunal de Federal não tomar uma decisão sobre a permanência de Cunha, todos nós vamos continuar assistindo a momentos deprimentes de envergonhar ainda mais o Parlamento e a própria Nação brasileira.



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