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Porto Velho,  ter,   15/outubro/2019     
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Sem ter a quem recorrer, PMDB está cada vez mais inclinado a apoiar nome de Pimentel

27/01/2016 10:17:15
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO

“Em tempos de embustes universais, dizer a verdade se torna um ato revolucionário”. George Orwell, cujo nome real era Eric Arthur Blair (1903/1950), foi escritor e jornalista inglês, autor de “A Revolução dos Bichos”.

 

EXEMPLO DE SERVILISMO

As redes sociais e em especial o “facebook” ficaram lotadas de mensagens nos últimos dois dias de aplausos e apoio ao robusto secretário de Estado da Saúde, Williames Pimentel, considerado o nome mais cacifado do PMDB para disputar a sucessão municipal na capital rondoniense. Tudo isso refluxo de uma entrevista dada a uma manjadíssima TV de um senador da base governista e até então aliado dos caciques que sustentam Dilma na gestão responsável pelo afundamento do Brasil.

 

IDENTIFICAÇÃO FÁCIL

É fácil identificar as ligações pessoais dos autores das mensagens de total apoio a Williames Pimentel. São servidores de sua pasta e pessoas diretamente ligadas aos desejos dos cardeais do PMDB que, pelo servilismo exacerbado, consideram que o Williames é, além de uma espécie de gênio, uma liderança no cenário político de Rondônia e, em especial, de Porto Velho.

 

NEM NO DICIONÁRIO

Pimentel líder? É como se fosse uma piada bizarra. Está lá em qualquer dicionário, no Aurélio, por exemplo, que líder é aquele que influencia sobre o comportamento, pensamento ou opinião dos outros. Mesmo levando-se em consideração que o robusto secretário desse governo chinfrin seja até uma pessoa simpática, que não perdeu o espírito alegre e de galhofa nem após seu banho de xilindró, não dá para considera-lo líder de nada. A não ser que o Aurélio esteja completamente superado.

 

VISÃO CAOLHA

Não resta a menor dúvida que Williames é uma pessoa aparentemente talhada para o mundo burocrático. Enxerga longe, tão longe que sempre é escalado para mandar na área da Saúde, embora não entenda (ou pelo menos não entendia quando pegou a boquinha pela primeira vez) bulhufas do assunto. Ele, claro, não é líder para transmitir conhecimentos e nem motivação aos especialistas. Aí, claro, a saúde pública de hoje é a mesma droga de antes, com os corredores das unidades entupidas de gente que não conseguem atendimento e com as constantes queixas da falta de remédios.

 

SEM ASCENDÊNCIA

Mas inegavelmente Williames é um desses tipos que enxerga longe. Parece que vê antes dos outros. E assim aprendeu a seguir rápido os ditames de Raupp, seu maior avalista no PMDB, e se impôs na função exatamente pelos serviços que presta aos seus patrocinadores políticos. Muita gente ainda se perguntava se ele teria sido escolhido como peça importante do projeto eleitoral do partido, tendo em vista a falta de nomes com maior expressão para serem escalados.

 

O PRIMEIRO COGITADO

A dificuldade de escolha de um nome forte começou muito cedo, quando alguém chegou a aventar a possibilidade de Emerson Castro, apagadérrimo faz de tudo de Confúcio, ultimamente colocado (rárárárárárá) na chefia da Casa Civil.

É claro que Williames não entrou no time titular por qualquer ascendência sobre os demais nomes ilustres da legenda.

 

NADA DE PRINCÍPIOS

Está mais do que evidente que o PMDB de hoje, com suas lideranças mais destacadas no cenário nacional, deixou de ser a muito tempo àquela legenda de princípios, buscando atender interesses da maioria da sociedade. O PMDB que deu guarida aos antigos pés rapados do interior, verdadeiramente prontos a defender bandeiras populares não existe mais.

 

LEGADO ESQUECIDO

Então fica evidente que Williames Pimentel tem todos os predicados para atender interesses que não refletem o espírito republicano pelo qual, no passado, batiam-se homens da estatura de um Ulysses Guimarães. Ele pode mesmo ser o candidato desse time sonhando em se perpetuar no poder político rondoniense. Para isso, claro, não se precisa levar em contas princípios doutrinários que já foram caros à legenda.

Os fins a que se propõem hoje políticos da cepa dos peemedebistas de coturno grande não tem qualquer relação com as aspirações da sociedade e nem com o bem público. E assim aquela parte do currículo do robusto secretário registrando sua passagem pela cadeia certamente não terá peso algum na refrega eleitoral.

 

DESERTO DE IDÉIAS

É perfeitamente aceitável que dezenas de aspones do governo peemedebista e especialmente do segmento da saúde ocupem tempo e se esforcem para inventar essa imagem de Williames líder e expert em assuntos da gestão pública.

São na maioria pessoas que certamente desconhecem o PMDB de antigamente que um dia teve líderes como Ulysses, Tancredo, Teotônio, Brossard, Jarbas, Simon e tantos outros do mesmo nível. São pessoas agregadas agora, nesse PMDB de Raupp e Confúcio, acolhidos com um DAS, uma portaria ou qualquer outra sinecura sustentada pela folha garantida pelos contribuintes. O PMDB hoje, com destaque para Rondônia, é um deserto de ideias.

 

SORTE

A sorte desse partido responsável pela gestão de Rondônia por praticamente seis anos não é ter um burocrata sem nenhuma liderança reconhecida no meio do povo. É ter diante de si, para o enfrentamento desse ano, várias legendas que não passam de amontoado de pessoas dispostas “ao sacrifício” se vislumbrar a possibilidade de melhorar seu patrimônio pessoal e enriquecimento rápido de amigos e dos demais conhecidos abutres que ao longo dos últimos anos se nutrem do dinheiro público.

 

SE

Se a Oposição assumisse verdadeiramente seu papel e sua responsabilidade de fidelidade canina ao povo, certamente um partido grande e experiente como o PMDB não lançaria alguém que não vê mais distante os riscos de retrocesso que ronda a capital rondoniense. Iria procurar alguém que pudesse influenciar pessoas pelos seus predicados e não pela fidelidade canina aos “donos” dessas agremiações partidárias.

 

CARTEL

Os deputados estão totalmente favoráveis aos produtores de gado na busca por melhores preços para o rebanho rondoniense. “Temos que tomar uma decisão, uma posição firme, para mostrar que não aceitamos essa prática de cartel, que derruba os preços aos produtores, causando prejuízos, mas não baixou o preço da carne nos açougues e mercados”, afirmou Maurão, o presidente da Assembleia Legislativa.

Uma grande manifestação de pecuaristas deve acontecer em Porto Velho hoje. Mas até ontem ninguém sabia explicar se já existe uma saída definida para derrubar o que os produtores consideram o “Cartel da Carne”.




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