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Data: 20/5/2011

Que benefício trará para o povo a ida de deputados rondonienses para Santa Catarina?



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Porto Velho,  ter,   14/julho/2020     
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Fraude em empréstimos para servidores públicos e aposentados envolvendo petistas graúdos lembra personagem da terrinha

27/06/2016 10:44:10
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO

Brasil, país do faturo”. Millôr Fernandes (1923/2012), jornalista brasileiro.

 

EDITORIALZINHO

Falta menos de quatro meses para a realização do pleito eleitoral, em outubro, e quando se fala em eleição municipal, normalmente o cargo que primeiro vem à mente é o de chefia do Executivo. Mas e os vereadores? Será que temos em mente a importância dos parlamentares dentro da comunidade?

O Poder Legislativo tem um papel imprescindível no nosso sistema democrático, desempenhando três funções primordiais: criar leis sobre o que for de interesse da população local, fiscalizar a aplicação dos recursos públicos (eles aprovam as contas municipais, lembram?) e, mais importante, representar o povo.

Teoricamente, os vereadores e os deputados, tanto estaduais quanto federais, precisariam ser um retrato da nossa sociedade e deveriam ter dentre as suas pautas os temas que mais afligem a população. Na realidade, não é isso que ocorre.

O Brasil tem 6,3 milhões de mulheres a mais do que homens, de acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) 2014, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No entanto, dos 513 deputados federais – os quais são os nossos representantes – existem apenas 51 mulheres. No Senado Federal são 69 homens contra 12 mulheres.

Dentre alguns dos projetos mais esdrúxulos que tramitaram pela Câmara Federal, está a proposta de obrigatoriedade de que presos doem órgãos duplos (PL 3857). Apenas no ano passado, deputados federais propuseram que os ventos fossem patrimônio da União, que ciclistas devessem emplacar bicicletas e pagar o licenciamento, a proibição de juízes e do Ministério Público além da proposta de considerar toda e qualquer morte policial como legítima defesa.

Para muitas pessoas é tenebroso e assustador verificar tantas notícias de esquemas de corrupção diariamente. Notar o caos político que hoje está instaurado no país. Mas e qual a nossa responsabilidade nesse todo? Por qual razão sequer lembramos os deputados e vereadores que ajudamos a eleger duas, três eleições atrás? É hora de escolher parlamentares que realmente nos representem, e fiscalizar suas atuações, seus projetos de lei e suas alianças políticas. É hora de ser verdadeiramente representado.

 

GOURMET

Quase não acreditei no preço que está o feijão. O quilo subiu para 17 reais – como vi ontem num supermercado de nossa capital. Vejam como os petralhas deixaram o Brasil. Nem feijão o pobre não pode comer mais. Se o povo não tomar as rédeas das decisões eleitorais, começando a votar certo no próximo mês de outubro, o país parece que não tem jeito mesmo! Será que vocês, leitores, lembram que a Dilma Roussef mandou toneladas do produto para Cuba? Bom, ainda bem que agora Temer decidiu zerar o imposto do feijão para forçar sua queda no preço para os consumidores brasileiros.

 

GOSTEI

A ministra Carmem Lúcia, do STF, falou ao fazer uma palestra na Associação Brasileira de Jornalista Investigativo, que “o dever da imprensa não pode ser cerceado de maneira nenhuma”. Ela abordou a situação a que foram submetidos os jornalistas da Gazeta do Povo, de Curitiba (PR) por divulgarem os altos salários dos magistrados, sendo processados com ações em várias comarcas daquele estado, ficando obrigados a comparecer nas diversas cidades para prestar depoimentos. Segundo a ministra do STF “a gravidade do caso se dá no fato de as ações tentarem criar um direito à privacidade no espaço público”. Ela afirmou que nesse caso os juízes são parte.

 

CADÊ O BATISTA

Depois que o Brasil descobriu, após a prisão de Paulo Bernardo, petralha marido da senadora Gleisi Hoffmann, como o esquema montado no governo petista permitiu roubar servidores públicos e aposentados endividados em cerca de 100 milhões reais, uma pergunta vai sendo repetida à exaustão em Rondônia: “Cadê o Batista?”.

Ele era o homem forte no primeiro governo de Confúcio, de onde só saiu quando seu nome apareceu como um dos responsáveis por golpe idêntico montado no início da gestão (?) do filósofo caipira de Ariquemes.

 

APARENTADOS

Batista chegou a encarar uma passagem pela cadeia quando revelou a participação de outros membros do governo no esquema, inclusive de parentes do próprio Confúcio. Até hoje ninguém sabe o tamanho dos danos que essa corrupção provocou em Rondônia.

E o Batista que começou como hortelão na Assembleia, tomou doril. Seu paradeiro é um mistério, assim como é um mistério o destino de todos os nomes revelados no esquema em operação policial. Será que no final tudo vai acabar em pizza? Será que mais uma vez ficará provado que o crime compensa?

 

NO AR

Contrato de 33 milhões de reais para uma dessas empresas que ninguém sabe e ninguém viu falar na área de TI. Ainda bem que o conselheiro Wilber Coimbra, do TCE, já aprendeu que em termos de prefeitura municipal de Porto Velho tem muito mais coisa entre o céu e a terra que avião a jato.

 

MAQUINAGENS

Foi só encurtar o tempo para a eleição municipal para acelerar inaugurações de “obras” mequetrefes. Na esteira da “cidade digital” – rárárárárá – da transformação do shopping popular construído no tempo do saudoso Chiqulito em terminal dos ônibus coletivos vem ai mais “obras” maquiadas e reformadas ao toque de caixa. Os olheiros da Justiça Eleitoral e dos chamados partidos de Oposição precisam ficar atentos aos discursos eleitoreiros feitos para mascarar a propaganda eleitoral antecipada.

 

DANOU-SE

Então os vereadores da capital rondoniense criaram até uma agência bancária clandestina para promover empréstimos à edilidade e créditos consignados (olha a mutreta que colocou algemas em Paulo Bernardo pintando novamente na cidade) aos servidores da Casa. Sei não, mas começo a pensar que o poder está mexendo demais com Jurandir Bengala. Vai acabar se danando no futuro próximo, especialmente se não renovar o mandato.

 

LEMBRANÇA

Everaldo Fogaça, através de recado recebido no e-mail, lembrou-me que o prefeito Mauro Nazif teve quatro pedidos de impeachment protocolados na Câmara Municipal. Todos enrustidos. A que preço? Uma constatação a mais de que a Câmara de Vereadores de Porto Velho virou mesmo uma farra.

 

ASSIM FALOU TEORI

O país está enfermo. É preciso que tenhamos coragem para ministrar os remédios amargos quando necessários. A declaração foi feita na semana que passou pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo, em solenidade no Planalto.




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