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Porto Velho,  dom,   13/outubro/2019     
artigos

Os chamados “caciques” estão com feridas profundas, expostas por operações do porte da Lava Jato, e sua morte parece inevitáve

12/11/2016 11:06:44
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO
“Teatro só faz sentido quando o palco é uma tribuna livre, onde se possa discutir até as últimas consequências os problemas do homem.” PLÍNIO MARCOS (1935/1999), escritor brasileiro, ator, jornalista e autor de inúmeras peças de teatro, escritas principalmente na época da ditadura militar.

PADRÃO DE CONDUTA
A prisão do Zé Rover, prefeito de Vilhena, pela continuada prática da corrupção é triste para o segmento da política rondoniense no geral, mas pior ainda para sua própria cidade. Ela revela aquilo que sempre vimos comentando na coluna: um padrão de conduta que coloca na relação de suspeitos de agentes da corrupção grande parcela de nomes tidos como importantes no cenário político do cone sul do estado e no poder rondoniense.

ELIMINANDO ESPAÇOS
Acabamos de encerrar um processo eleitoral e nos encaminhamos para outro, o de 2018. E as perspectivas não são as melhores para conseguirmos nas urnas, daqui a dois anos, uma liderança verdadeiramente capaz de por um ponto final na instabilidade em que vivemos, eliminando os espaços de corrupção, conciliando os interesses da representação política da sociedade.

ZUMBIS IRRECUPERÁVEIS
Os nomes da mais alta expressão na política rondoniense, os chamados “caciques”, estão com feridas profundas, expostas por processos e operações do porte da Lava Jato, caso de (só para relembrar) Valdir Raupp, o todo poderoso do PMDB, de onde emanam os odores da putrefação e de Ivo Cassol, condenado pela Justiça, mas que, como o mítico conde Drácula, continua assombrando quem não aguenta mais ver esse tipo de político dando as cartas em Rondônia.

BALA DE PRATA
Há uma esperança: todos esses (vá lá!) líderes são (ainda) corpos vivos, mas sua morte parece inevitável. Afinal estão politicamente podres e não têm mais cura. E a cada dia vão se comportando como autênticos zumbis sempre buscando se alimentar do sangue dos cidadãos-contribuintes-eleitores. Possivelmente as urnas de 2018 terão o efeito da tão necessária bala de prata sobre eles.

LOROTA
Não, não é verdade. Trump está muito longe de ser o Mussolini do Século XXI, como me disse ontem um desses pseudos analistas políticos aqui da província, incapazes de compreender até a tendência do eleitorado portovelhense na eleição desse ano. Sem base alguma, defendiam e davam a vitória ao “boy” da política local soterrado pela enorme montanha de votos conseguidos por Hildon Chaves.
Bem no estilo petralha da decadente esquerda babaca que ainda sobrevive nessas paragens, teve “neguim” falando até de uma terceira guerra mundial motivada pela derrocada da esquerda americana. Nada disso é verdade, mesmo porque uma 3ª Guerra pode por ponto final no planeta e isso, claro, ninguém quer, nem mesmo as grande potências bélicas.

MELHOR QUE PETRALHA
Trump certamente vai fazer aquilo que deveria ter sido feito aqui mesmo no Brasil, pelo famigerado governo petralha: proteger primeiro os interesses dos brasileiros, defendendo seus empregos, suas aspirações de melhoria de vida e não mandando o nosso dinheiro para as ditaduras esquerdistas da América Latina, da África e de outros continentes. Trump tem de ser bom presidente é para os americanos e não, como esperam alguns, para os cucurachas que sequer têm coragem de ir às ruas exigindo o fim da enorme corrupção erodindo nosso país, impedindo as manobras que se fazem no Congresso contra a Lava Jato e demais de instituições de combate à prática da corrupção por políticos.

DEVANEIOS
Não há identificação e semelhança entre um deputado de carreira, como é o caso de Jair Bolsonaro, e um não-político bilionário. Bolsanaro é uma versão brasileira de Trump somente nos devaneios de seus seguidores.

QUEM QUISER
Rei morto, rei posto. É assim que funciona. Ontem uma fonte especial com bastante trânsito nos domínios da vereança de Porto Velho, dava uma versão sobre como será o peso de Hildon Chaves na disputa pela mesa da Câmara Municipal. “Ele (Hildon) assumirá a prefeitura com tanto apoio de vereadores que poderá emplacar quem quiser no comando do parlamento municipal”, disse.

REDOMA
O presidente da Assembleia Legislativa, o deputado Maurão de Carvalho, pode até não ter percebido mas sofre cada vez com o isolamento imposto por seus assessores mais próximos, responsável pela redoma de vidro impedindo a aproximação até mesmo de boa parte dos jornalistas mais experientes na seara política e, também, de diretores de segmentos importantes da própria casa parlamentar.

SINAL AMARELO
Esse pessoal só irá descobrir que criar barreiras contra quem atua na intermediação da opinião política entre titular de cargos públicos e o cidadão-contribuinte-eleitor costuma acelerar a derrocada de projetos elaborados para as futuras disputas eleitorais. Assessores e aspones não deveriam ter o controle sobre seus líderes, como acontece agora em relação ao afável Maurão. Isso pode determinar o início do fim de um ciclo.

REALIDADE
Hildon Chaves deve iniciar concretamente nessa semana as providências da transição e, possivelmente, os primeiros passos na montagem de seu governo. Ele, segundo consta, já está na capital. Ontem um importante assessor do prefeito eleito – durante a campanha – comentava com segurança para a coluna que no novo prefeito pretende governar com os pés no chão e sem heterodoxias.

E LÁ ESTAVA JB
Ontem, na Assembleia, o DEM promoveu uma reunião de avaliação interna do partido. Lá estava – como não poderia deixar de ser – seu grande nome eleitoral: José de Abreu Bianco. É mais um nome fora do almanaque eleitoral de 2018. O apupado foi Marcos Rogério, o deputado que relatou o processo contra Eduardo Cunha. Só isso já agrega ao seu perfil luminosidade e faz dele, no momento, o nome com maior chance de figurar entre os nomes dos prováveis candidatos à sucessão de Confúcio.
Enquanto Ji-Paraná vai se convertendo num núcleo de nomes capazes de iluminar a disputa pelo governo (não se pode esquecer, entre outros, do próprio prefeito Jesualdo Pires), a capital continuará no seu descompasso sombrio. O último governador estadual com toda identificação com o eleitorado de Porto Velho foi, pasmem leitores, Osvaldo Piana. E assim deverá permanecer a história até a próxima refrega.



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