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Porto Velho,  qui,   17/outubro/2019     
artigos

Turismo tem tudo para ajudar Porto Velho a enfrentar a crise, mas para isso é preciso promover alguns ajustes nesse ambiente de negócios

26/01/2017 12:28:30
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO

A política é a arte de procurar problemas, encontrá-los em todos os lados, diagnosticá-los incorretamente e aplicar as piores soluções.GROUCHO MARX (1890/1977), foi o pseudônimo de Julius Henry Marx, comediante e ator dos Estados Unidos, celebrado como um mestre do humor estadunidense.

 

TUDO A VER

Enquanto o novo prefeito não conseguir emplacar uma verdadeira política em favor do turismo na capital rondoniense assistiremos a permanência desse setor em estado agonizante. Entrementes isso não significa que o turismo local não tem saída.

Pelo contrário: o turismo tem tudo para ajudar Porto Velho a enfrentar a crise, gerando emprego e renda, mas para isso é preciso promover alguns ajustes nesse ambiente de negócios.

Quem tem a riqueza natural de Porto Velho, com seu rio Madeira e a floresta amazônica certamente tem atrativos básicos chamar a atenção de turistas em todo mundo.

Falo com a experiência de quem participou da transformação de uma cidade às margens do Tietê (Barra Bonita) em importante estância turística paulista. E lá tudo começou com a realização da 1ª Fepatur (Feira Paulista de Turismo) da qual participei contribuindo com o então prefeito José Kielce dos Santos.

 

ACIMA DO QI POLÍTICO

Em Porto Velho, além da pouca divulgação da cidade como um destino turístico, faltam eventos para dinamizar o setor.

Atitudes típicas do fabianismo adotadas por quem chega ao comando do setor apenas incensado por QI político não fará o turismo se tornar – num tempo razoável – uma atividade fundamental em benefício de nossa economia. Aliás, exatamente por isso, no nível da gestão estadual, o Turismo também não sai de pífios resultados.

 

PROJETO MANTIDO

A polêmica e a gritaria sobre a doação definida pela prefeitura para atender o grupo “Irmãos Gonçalves” não sepultou o projeto de expansão dos negócios da maior rede estadual de varejo na capital rondoniense. É claro que um projeto dessa envergadura é importante por vários motivos, principalmente por ampliar a oferta de empregos nesse momento de crise econômica.

O prefeito Hildon Chaves – um aprendiz no setor político e também na gestão pública – acabou numa camisa de força, vítima de uma divulgação feita de maneira nada profissional da “doação” pelo seu Departamento de Comunicação.  O mea-culpa do diretor do DECOM não deverá reduzir a artilharia dos “Opositores” de plantão.

 

SÃO PETRALHAS

A maioria desses “Opositores” são petralhas. Ficaram completamente mudos quando o petralha da prefeitura “doou” uma rua (a Barbados) para a construção do shopping feito com a participação de um fundo canadense. E olha que no caso da Barbados, a rua estava aberta, não era apenas uma “via projetada”, só existente no papel.

Eles não irão parar de atacar todas as propostas e iniciativas de Hildon Chaves. Apostam no quanto pior melhor. Não levam em consideração diferenças básicas, como a demonstração de humildade do prefeito em “revogar a doação” em respeito às manifestações da opinião pública para, com mais tempo, reavaliar o ato.

No caso da “doação” imaginaram explodir uma bomba, mas acabam no desolamento de admitir que tudo não passou de simples traque.

 

APRENDENDO

O maior temor de quem aposta todas as fichas na derrocada de Hildon no mundo político, por sua reconhecida inexperiência é constatar que o novo prefeito aprende – e rapidamente – a fazer política com resultados.

A presença maciça da população na festa do dia 24 na (vá lá!) Praça da EFMM apupando o seu nome comprova isso.

 

DESCOLADO

É o primeiro prefeito descolado do cargo, capaz de abraçar as pessoas; estar pronto para atender as solicitações de “selfies”, ser simpático ao chamado povão. O prefeito é mais fácil de ser encontrado nas ruas do que no refrigerado gabinete do burgomestre. Se tomar gosto pelas disputas eleitorais, Hildon vai se transformar num transtorno para os representantes da velha maneira de fazer política na cidade.

 

VIDEO-TAPE

De olho em 2018 o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PMDB), tem utilizado o recesso parlamentar para continuar em seu périplo por todas as regiões rondonienses na esperança de formar uma coalização muito forte para a disputa do governo em 2018.

Maurão de Carvalho não está, como muitos imaginam, navegando em “céu de brigadeiro” para a consolidação de seu projeto.

Sua aparente tranquilidade em relação à sua desejada candidatura ao governo pelo PMDB é um indicativo de que não está fazendo a leitura correta dos cenários colocados nas cúpulas dos partidos.

O deputado corre o risco de assistir um vídeo-tape do que aconteceu com ele quando tentou disputar o Executivo estadual e acabou preterido por Ivo Cassol, tendo de ceder seu lugar para Jaqueline Cassol.

 

REPETECO DOLOROSO

Nessa semana uma fonte muito bem situada nas costuras politicas do estado (mas em nível federal) alertou para uma costura entre o PMDB e o PDT (leia-se Acir Gurgacz) visando a formação do novo polo de poder para substituir Confúcio Moura.

É bom Maurão se cuidar. Quando decidiu deixar o PP de lado para filiar-se ao PMDB o deputado presidente da Assemblei foi devidamente aconselhado: quem pretende disputar um cargo como o de governador precisa primeiro ter partido... Se não tiver o claro apoio dos caciques, Maurão corre o risco, mais uma vez, de disputar outra reeleição para o parlamento estadual. Ele vai aceitar percorrer novamente o mesmo caminho?

 

AMESTRADOS

Aclarando ainda mais – diante da insistência de alguns “escribas” em rotular esse jornalista como um dissidente do atual prefeito de Porto Velho – a posição dessa coluna, reafirmo que abomino o ativismo “esquerdista” (vá lá!) da mídia amestrada com sua calhordice que se mede aos palmos, especialmente nas redes sociais.

Eles falam muita bobagem, jogando conversa fora, em informes manipulados na certeza de que assim criarão um abismo entre o novo prefeito, o povo que nele votou maciçamente e os apoiadores que – de uma ou outra maneira – ajudaram-no a ganhar a eleição, principalmente pelo desgaste provocado nos concorrentes que representavam claramente a velha política.

 

INDEPENDENTE

A coluna – sempre que necessária – não se omitirá em assumir posições críticas ao novo prefeito da capital. Mas, ao contrário dos escribas que agem de acordo com suas taras ideológicas ou pela simples empulhação engajada, o jornalista responsável pela coluna ELG não utilizará a pretensão mórbida de transformar a verdade na deslavada mentira, e a mentira deslavada, paralaxe dos torcedores pelo fracasso.

 

SEM COBAIAS

Aqui, quando escrevemos essas mal traçadas, não imaginamos os leitores como simples cobaias, como uma imensa massa de manobra. Mesmo quando criticamos os novos gestores e discordamos dos antigos não estamos torcendo adoidadamente pelo quanto pior melhor. Aspiramos uma Rondônia verdadeiramente desenvolvida (em todos os aspectos) e uma cidade de Porto Velho capaz de orgulhar seus moradores e todos os rondonienses.



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