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Porto Velho,  qui,   14/dezembro/2017     
política

Follador defende reforma do Estatuto do Desarmamento

19/06/2017 13:30:58
Por ASCOM - ALE-RO
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Segundo o deputado, a lei desarmou o cidad√£o e armou as quadrilhas... 



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O deputado Adelino Follador (DEM) defendeu esta semana da tribuna da Assembleia Legislativa a necessidade de reforma da Lei 10.826/2003, o Estatuto do Desarmamento, que segundo ele, não cumpriu sua finalidade, e ao contrário, provocou aumento nos índices de violência e de homicídios em todo País.

O deputado foi enfático ao afirmar que o modelo legal criado para diminuir os índices de mortes por arma de fogo está falido, pois desarmou o cidadão e armou os delinquentes e quadrilhas que usam armamento sofisticado, “que nem a polícia tem, e sem registro, e com ela aterroriza o cidadão dentro de sua casa, num ponto de ônibus ou dentro de seu automóvel num sinal de trânsito”, enfatizou Adelino.

Follador disse que o governo brasileiro não tem competência e estrutura para combater o tráfico de armas, que entra e transita pelo país clandestinamente, destinada ao crime organizado, às quadrilhas de assaltantes de bancos e tantas outras, sem que o estado brasileiro consiga responder com inteligência policial e com ações práticas, capazes de interceptar esses carregamentos antes que cheguem a essas quadrilhas.

O deputado chamou a atenção das autoridades e da sociedade em geral para essa situação, que classificou de mortandade humana, e pediu aos representantes de Rondônia no Congresso Nacional, em Brasília (deputados federais e senadores), providências urgentes em reanalisar a proposta de reforma do Estatuto, de forma a dar mais segurança à população. “O cidadão brasileiro hoje se sente refém em sua casa, no trabalho e por onde andar”, lamentou o parlamentar.

Adelino Follador disse que não dá mais para esperar o próximo assalto, o próximo estupro dentro de casa ou o estouro coletivo de várias agências bancárias ao mesmo tempo, com mortes de inocentes e pessoas de bem, enquanto o Poder Público se ocupe de tarefas nada republicanas, “deixando o cidadão acuado dentro de sua própria casa e entregue à sorte, em que pese ser a segurança um dever constitucional do Estado”, concluiu o parlamentar.

Foto: Ana Célia.




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