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Porto Velho,  sex,   15/dezembro/2017     
artigos

O objetivo da “reforma” é claro: garantir sem eleição políticos de quem o povão se cansou

15/08/2017 12:29:18
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO

Se você quer algo novo, você precisa parar de fazer algo velho.PETER DRUCKER (1909/2005), nasceu na Áustria e morreu nos Estados Unidos. Foi considerado o pai da administração moderna, respeitado por estudar os efeitos da globalização na economia.

 

REVISÃO

Vem aí a revisão do Plano Diretor de Porto Velho, um instrumento legal para orientar a gestão que quase nenhum prefeito anterior a Hildon Chaves respeitou. O novo prefeito pretende não só fazer a revisão do Plano Diretor, determinada por lei, mas observa-lo especialmente nos seus pontos principais para os próximos projetos de melhorias das condições urbanas.

 

VAZIOS

É hora de levar em conta os vazios urbanos da capital. Vazios urbanos são espaços de terra entre duas áreas urbanas, ou seja, espaço entre duas áreas municipais que possuem infraestrutura, asfalto e energia elétrica. Como ao longo das gestões passadas essa orientação Plano Diretor não foi levada em conta, ainda hoje os moradores convivem com as dificuldades, por exemplo, de atravessar o vazio urbano para chegar em uma urbanidade pode causar transtorno por conta da escuridão e por falta de infraestrutura. Além disso, o transporte não atravessa essa localidade.

 

SEM DISFARCE

O assunto principal na imprensa do país nesta semana será certamente a “reforma” política que avança com o comando do PMDB, esse partido onde pululam figuras políticas como Valdir Raupp, o senador rondoniense que nos últimos dias sofreu um bloqueio de um luxuoso imóvel de Brasília por determinação do Ministro Edison Facchin, do STF.

 

CONTINUISMO

Não é preciso ser um perito nos assuntos da política para saber que a “reforma” proposta não atende em nada os interesses da população, do eleitorado. Ela está sendo tramada exatamente para favorecer o continuísmo, a eternização no poder das figuras que estão ai dando as cartas com a desculpa de trabalhar para o bem do país. O povo sabe claramente que boa parte desses políticos só representam seus próprios interesses. Não há como disfarçar.

 

LONGE DO POVO

O objetivo da “reforma” não é outro: os políticos dos quais o povão se cansou estão impondo novas formas, pelas quais se garantem, sem eleição. São "eleitos" longe do povo, permanecem através das famigeradas listas, pelas quais se garantem nos gabinetes.  Enquanto o cidadão que paga tudo, ainda tem a obrigação de ir referendar a farsa, na qual transformam o sistema eleitoral.

Além das listas, ainda querem impor o vergonhoso e falsificado "distritão misto", quem vence no distrito, fica com a vaga, os votos de todos os outros candidatos são voluptuosamente jogados no lixo, os lideres (?) partidários ficam com o luxo de se considerarem vitoriosos.

 

É ASSIM

É difícil imaginar que a classe dirigente brasileira (uma vergonha!) vai tomar simancol um dia. O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, Salvador, licita empresa “para assessorar magistrados e servidores em aulas de corrida e caminhada”. Quem está no andar de cima parece não entender a crise em que se debate o país e nem percebem que a paciência do povão já acabou.

 

ESTÉRIL

Foi apenas uma obra de reforma e mesmo assim alimenta uma enorme suspeição sobre seu custo total e a qualidade do serviço. O governo de Confúcio Moura nem de longe parece com sua propaganda oficial. Na realidade é um gestor árido, sem quase nada para apresentar como “obra de verdade” nessa sua última gestão estadual.

 

INVESTIGAÇÃO

Agora ficou claro: a alagação registrada no Ginásio de Esporte Cláudio Coutinho, em consequência da última chuva acontecida na capital, mostra que alguma coisa muito errada aconteceu com execução daquele projeto confuciano. Certamente, o MP não vai perder sua coragem de investigar possíveis desvios ou contratos mal elaborados para uma reforma tão cara (aliás, o preço deve ser outra preocupação dos órgãos do Controle Externo) custeada pelo erário.

 

REPETECO

Não é a primeira vez que uma “obra” com a chancela desse governo sofre questionamentos. Esse é o mesmo governo que entrou com tudo no tal projeto “Espaço Alternativo” que, após o crivo do controle externo, acabou motivando até a prisão de empreiteiro e membro do “staff” governamental por desvios e outras mumunhas apuradas. Agora é a vez do tal Ginásio de Esportes, inaugurado recentemente com as pompas reservadas para uma obra original e não uma simples reformas. Impossível entender justificativas para a demora da conclusão (quase 6 anos) da reforma e seu custo (consta, segundo fontes dos bastidores políticos, o gasto de algo próximo dos 7 milhões), principalmente depois da inundação verificada na semana que passou. O povo espera respostas de quem de direito.

 

COM LUPA

Intolerância com as críticas e com a livre maneira de pensar ainda existente em parte da mídia no âmbito da Assembleia não conseguirá – mesmo com o andamento de artimanhas para intimidar cobranças de atitudes transparentes da cúpula que toma conta dos cofres do poder – impedir a realização de levantamentos com lupa sobre o desenvolvimento (incluindo custos, atrasos na execução das obras, termos aditivos, fornecedores, etc) da nova sede da Assembleia.

 

BLINDAGEM?

As instituições de controle externo vão cumprir o seu papel de defensoras da aplicação dos recursos públicos. Segundo consta, um cidadão já entrou com pedido nessa esfera do controle externo pedindo informações sobre detalhes mantidos fora das praxes da transparência na gestão pública. Embora existam vários ex-deputados curtindo xilindró ainda tem gente que prefere acreditar numa blindagem frágil e cada vez mais rompida.

 

RESGATE

Um dos mais importantes patrimônios históricos de Porto Velho e de Rondônia agora está sob a responsabilidade da prefeitura da Capital. “Nossa gestão está totalmente comprometida com o resgate de Porto Velho. Vamos transferir o gabinete do prefeito e toda sua estrutura para aquele prédio, o que significa estarmos no marco zero da cidade e do próprio Estado. Foi ali no complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que tudo começou há mais de 100 anos”, disse Hildon. O prefeito também se comprometeu em restaurar todo prédio e encontrar uma maneira de fazer o relógio funcionar novamente.



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