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Porto Velho,  sex,   15/dezembro/2017     
artigos

Proximidade eleitoral motiva políticos a aumentar calibre das cascatas

31/08/2017 10:42:09
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO

Andamos tão desencantados que ser decente parece ser virtude.LYA LUFT (1938), escritora, tradutora e professora aposentada da UFRGS, nascida na cidade de Santa Cruz do Sul. Também se notabilizou como colunista da revista Veja.

 

CASCATA

Os políticos locais adoram personificar personagens cara de pau. Para eles, o eleitorado local é massa de fácil manobra, capaz de engolir qualquer lorota. A que atribuir, por exemplo, a “informação” do gabinete da deputada Marinha Raupp de que ela andou vagueando por mais ministérios em Brasília para cobrar (pasmem leitores!) a inclusão do Aeroporto Jorge Teixeira, de Porto Velho, no PAC (rárárárárá)? Haja óleo de peroba!

 

ESQUECEU

Até parece que a parlamentar não lembra mais que o Jorge Teixeira passou a ser aeroporto “Internacional” exatamente quando seu marido foi governador de Rondônia. Desde aquele tempo até os dias de hoje a mentira da “internacionalização” do aeroporto rondoniense permanece sem alteração. E em relação a aeroporto de outras capitais ele está mais para uma espelunca sertaneja.

 

DEMAGOGIA

Não sei o leitor, mas para o colunista tudo não passa de mais uma manobra demagógica estimulada pela proximidade da disputa eleitoral.

A deputada Mariana Carvalho está se achando a maioral por ter apresentando um projeto de lei (8375/2017) para isentar do pagamento de passagens em ônibus intermunicipais e interestaduais os professores da rede pública.

A iniciativa, claro, não atende nem as demandas do professorado e muito menos contribui para melhor o nível do ensino no país. E esse tipo de político pretende continuar na vida pública brasileira. Pelo menos no caso da tucana não se pode negar: com tanta frivolidade a moça continua sendo uma bela parlamentar...

 

ISSO É NOME?

Nome é uma coisa muito importante para políticos. Os nomes esdrúxulos não inspiram confiança. Não é a toa que a maior parte desses políticos de nomes caricatos façam parte do tal baixo-clero. Temos exemplos aqui mesmo em Rondônia, um estado onde eleitores não levam isso muito a sério, a ponto de terem votado num vereador com nome (pasmem!) de “Cagado”.

Assim, a Câmara está presidida por um deputado de 28 anos, que só é renovação na carteira de identidade. A realidade é um retrocesso, mais do que visível. Nem nome tem. Todos o chamam pelo apelido, F U F U C A. O que significa? Apelidos sempre têm uma origem.

 

BOA E RUIM

Uma noticia excelente e outra péssima. A primeira: Luiz Fux assume a presidência do TSE em maio, comanda a eleição de 2018. A segunda: Gilmar Mendes fica mais 8 meses presidindo o TSE. O país não merece isso.

 

NAUFRÁGIO

Quase nenhum operador do direito – até os especializados em justiça eleitoral – aposta no sucesso da candidatura de Ivo Cassol no próximo ano. A totalidade desses profissionais ouvidos pela coluna aposta que o registro da candidatura do (ainda) senador condenado será negado. Talvez seja por isso que correligionários de Ivo começam a falar de uma candidatura “sub-júdice”.

 

RETA FINAL

Deve entrar hoje na análise da procuradoria do Iperon o processo de aposentadoria desse colunista que vos fala. Primeiro foi necessário vencer a insidiosa maracutáia montada na Assembleia pela imposição de deputados do baixo clero insatisfeitos com as críticas e denúncias formuladas na coluna que nunca conseguiram domesticar na mídia.

 

DESMASCARADOS

Os políticos lombrosianos imaginavam obstaculizar o exercício de um direito líquido e certo do colunista. Conseguiram apoio do frágil presidente da Casa que colocou seus teleguiados como cães de caça. Perderam. Serão desmascarados nesse espaço no momento oportuno. Agora é só esperar a superação da burocracia final do Iperon para anunciar a aposentadoria, após mais de 40 anos de contribuição.

 

TUCANOS

Sem o Hildon Chaves, o prefeito de Porto Velho, que rejeita in totum a ideia de disputar o governo de Rondônia em 2018, o PSDB terá de fechar apoio ao ex-senador Expedito Júnior se objetivar ter candidatura própria e competitiva ao governo rondoniense. Acontece que o próprio Expedito Júnior ainda não deixou claro como pretende entrar na campanha de 2018. Ele sabe, como ninguém, que com duas cadeiras do Senado em disputa, seu nome é poule dez para ganhar uma das vagas.

 

PRAZO

O presidente da Assembleia, Maurão de Carvalho, não é mineiro mas aprendeu com os anos de vida pública a só tirar o sapato na beira do rio. Assim, mesmo diante das barreiras para ser o candidato do PMDB na disputa pelo governo do estado não vai anunciar a desistência de seu sonho eleitoral. E nem por isso vai usar “sua mídia amestrada” para atacar de novo a “banda podre” do PMDB como aconteceu recentemente. Maurão sabe que poderá trocar de partido até abril de 2018.



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