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Porto Velho,  dom,   17/novembro/2019     
artigos

Acostumados a tratar eleitores como meros apêndices, edis serão derrotados

04/09/2019 19:45:12
Gessi Taborda
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NOCAUTE
A gripe colocou a nocaute o colunista no final da última semana. Foi isso o que impediu de escrever a coluna da última segunda-feira. O efeito da gripe não foi apenas de ficar prostrado na cama. Teve também a péssima sensação de dores nas juntas. Poderia ter sido pior se eu não tivesse me vacinado recentemente. Então a coluna dessa quinta-feira é a primeira do mês de setembro.

DIFERENTE
Eleições de 2020 já é pauta obrigatória para quem atua no campo das análises do meio político. Levando-se em conta o cenário atual e suas tendências, a disputa deverá ser ainda mais difícil para quem for disputar o cargo de vereador. Vai ser diferente, não só pela reforma eleitoral impedindo a coligação em disputas proporcionais.

MUDANÇA
Outra mudança significativa reside no tempo de domicílio eleitoral. Em 2020 o tempo de domicilio eleitoral diminuiu para 6 meses. Anteriormente era estabelecido o prazo de um ano.

ANTES
Anteriormente os votos de todos os candidatos e legendas da coligação eram somados conjuntamente. De modo que são as coligações, e não os partidos individualmente, que conquistam vagas no Legislativo. Com o fim das coligações a partir de 2020 os partidos não poderão mais fazer coligações partidárias nas eleições para vereadores, isso no plano municipal. Os partidos poderão se juntar somente na eleição majoritária, ou seja, para prefeito, devendo concorrer isoladamente nas eleições proporcionais (vereadores).
No próximo ano o sistema proporcional continuará existindo, mas, e isso é o x da questão, os partidos concorrerão em chapas separadas, sem alianças, contando apenas com seus próprios votos para alcançar o coeficiente eleitoral. Quem não for bom de voto pode tirar o cavalo da chuva se imagina que ganhará uma cadeira na câmara municipal.

DECEPÇÃO
A recente revelação da mídia sobre como os vereadores da capital dos rondonienses gastam suas verbas compensatórias certamente auxiliou, e muito, a decepção do eleitorado cada vez mais exigente de lisura no exercício do mandato dos representantes do povo.
Candidato a vereador que não for capaz de convencer a sociedade de que ela não é um simples apêndice na equação da democracia vai sofrer derrota, especialmente se estiver disputando uma reeleição. O eleitor quer se sentir uma peça importante do jogo democrático e não um mero depositante de voto nas urnas.

DISTORÇÕES
O sistema adota pela edilidade para o exercício do mandato, cultivando benesses pessoais e mordomias inaceitáveis caracterizam (e não só em Porto Velho) os aspectos mais importantes da representação parlamentar municipal por distorções que comprometem aspectos importantes das funções de representação. 
Vereadores não gostam de ser publicamente confrontados e acabam se voltando contra os veículos da mídia que revelam suas traquinagens.
O faraônico volume de gastos com os gabinetes (alguns custeando com o dinheiro público a contratação e o abastecimento de até 30 veículos) agravam o descrédito popular nas instituições de representação, tornando ainda mais difícil pleitear uma reeleição.

DESLIGO
Ao longo dos meus quase 70 anos cultivei o hábito de ao acordar ler os jornais do dia, assistir os principais telejornais e ouvir os programas informativos do rádio. Tudo isso para me sentir bem informado. Nunca pensei que na velhice (Que? Melhor idade? Uma ova!) teria asco com as mídias de hoje (há raríssimas exceções) e acabaria desligando especialmente as TVs mais representativas.
Estou fazendo isso hoje. Desligo a maioria dos canais, interrompo (desligando) telejornais pretensiosos e vou buscar outras fontes de informações em redes sociais e mídias alternativas. Essa mídia de hoje claramente manipuladora e panfletária, com sua narrativa impregnada da militância comprometida a inviabilizar o Brasil por não aceitar a derrota eleitoral, me irrita.

PELO EM OVO
A mídia pautada pelas lideranças mais abjetas da esquerda, lideranças orientadas pelo prisioneiro-mor de Curitiba, não esconde seu objetivo de buscar por desacertos nas menores questões da república com o objetivo de desacreditar e inviabilizar o governo daquele que foi eleito pelo povo, numa conversa franca e direta que não dependeu de conchavos e da montanha de dinheiro do qual a mesma mídia golpista se nutria. Estão sempre procurando pelo em ovo.
Não quero nem imaginar a possibilidade do retorno dos criminosos que verdadeiramente jogou o país nesse abismo, destroçaram os valores da família com essa pregação enrustida de politicamente correta que hoje nos faz duvidar até do papel de nossa mais importante corte de Justiça. É pela esperança de permitir que meus filhos e meus netos possam viver num melhor do que o recebido por meus ancestrais que decidir manter-me distante dessa mídia apodrecida e amestrada pelos golpistas.

TORCIDA
No PSDB de Porto Velho a maioria dos tucanos torcem pela indicação do prefeito Hildon Chaves como candidato à reeleição no próximo ano. Enquanto isso, na prefeitura a conversa é sempre voltada para a aceleração das obras programadas e em desenvolvimento nesse ano.

GOL DE PLACA
E por falar em obra de resgate histórico, o prefeito vai Hildon Chaves quebrará um tabu ao retomar de forma definitiva as obras de saneamento básico do município (água e esgoto) esse ano. O que foi tentado e inviabilizado pelos governantes anteriores deverá finalmente ter uma solução de continuidade.

TRANSPORTE
Enquanto estiver no âmbito da Justiça a disputa para a definição final do transporte urbano de Porto Velho, o SIM deve continuar remediando o setor. Ainda existem nós difíceis de serem desatados, criados pelos inventores dessa aberração batizada de SIM. Mas a busca por uma solução definitiva está nas prioridades da gestão atual.

INDEFINIÇÃO
O PSL de Porto Velho ainda não definiu sua situação política em nossa cidade e qual o rumo que tomará nas eleições do próximo ano.




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