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Porto Velho,  qui,   17/outubro/2019     
artigos

Prefeito Hildon consegue a solução definitiva para o transporte escolar

25/09/2019 17:50:55
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO - “Existe no silêncio uma profunda sabedoria que às vezes se transforma na mais perfeita resposta”. Fernando Pessoa, poeta português, falecido em 1935. 



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EDITORIALZIM
Não é fácil almejar um Brasil livre de vez da prática de corrupção e dos métodos da velha política. Lamentavelmente há muitos parlamentares contra o Brasil.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre revelou que a velha política continua forte e inalterada. Ele de novo não tem nada. Lembrou nesses últimos dias a essência de Renan Calheiros.
Mas assim também tem sido a ação dos senadores rondonienses, impedindo a instalação da Lava Toga. Não é preciso nominar quem age traindo o voto recebido nas urnas. Em defesa de colegas suspeitos de corrupção está prejudicando o país.
Com a derrubada dos vetos do presidente Bolsonaro na Lei do Abuso de Autoridade, foram 18 vetos derrubados, recolocou essa lei no agrado de políticos de comportamento torto. E manteve a retaliação, por conta da ação da Polícia Federal no Congresso, investigando desvios e favorecimentos, ao transferir para a semana que vem a votação em primeiro turno da Reforma da Previdência. Defender o Congresso não significa atingir o país. Alcolumbre demonstrou muito mais espírito corporativista do que sintonia com as ansiedades populares. A velha política continua mais forte do que nunca.

SÁBIA DECISÃO
A juíza substituta da 2ª Vara Cível Federal da Seção Judiciária de Rondônia, Laís Durval Leite, anulou um contrato entre a Associação Indígena Awo “Xo” Hwara e a organização irlandesa Celestial Green Ventures PL para venda de usufruto de reserva indígena. A determinação questiona a venda da propriedade de créditos de carbonos obtidos nas reservas indígenas Igarapé Lage, Rio Negro-Ocaia e Igarapé Ribeirão todas situadas no Município de Guajará-Mirim/RO, configurando exploração comercial da terra indígena.

ENERGISA
O prefeito portovelhense, Hildon Chaves, terá encontro com o presidente da Energisa, conforme adiantou uma fonte credenciada no paço municipal (Prédio do Relógio) sem, contudo, confirmar a data do encontro. Segundo a fonte o prefeito pretende discutir com o presidente da Energisa “a revolta de consumidores rondonienses” pelos supostos reajustes exorbitantes nas últimas contas de luz emitidas pela empresa. Hildon pretende também cobrar mais participação da Energisa em projetos sociais e de desenvolvimento em Porto Velho. Consta que o prefeito vai manifestar preocupação com “o fechamento de pequenos negócios” na cidade, motivados por esses aumentos estratosféricos nas faturas enviadas aos consumidores.

CPI
A Energisa é 5º maior grupo em distribuição de energia elétrica no país. Após se tornar a controladora da distribuição de energia em Rondônia, uma verdadeira enxurrada de reclamações dos consumidores do estado sobre cobranças abusivas acabou de motivar a abertura de uma CPI na Assembléia para investigar essas denúncias. A CPI foi instalada nessa semana. O deputado Laerte Gomes, presidente da Casa, nomeou os deputados Alex Redano, Cirone Ceiró, Jair Montes, Edson Martins, Ismael Crispim, Adelino Follador como membros. As oitivas deverão começar já na próxima semana.

SOLUÇÃO DEFINITIVA
Hildon Chaves está no limiar de resolver definitivamente mais um ponto de estrangulamento para o desenvolvimento cultural e social do município. O transporte escolar em Porto Velho sempre foi um desafio nunca resolvido pelas gestões anteriores. O setor motivou muitas denúncias de maracutaias ao longo do tempo.
Esse problema finalmente está equacionado. O governo municipal vai operar esse segmento, a partir da compra de ônibus novos, com dinheiro conseguido junto aos órgãos de desenvolvimento do governo federal. Serão veículos construídos especialmente para o transporte escolar em áreas rurais e no perímetro urbano. Mais um ponto positivo da gestão de Hildon Chaves.

BOLSONARO BRILHOU
A esquerda e a mídia domesticada não perdeu tempo em diminuir a importância da fala do presidente Jair Bolsonaro na ONU, na sua 74º Assembleia Geral. Gostem ou não, a fala do presidente teve a firmeza própria de um líder patriótico e democrata de uma grande nação. Ele afirmou perante as nações do mundo o compromisso do país com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável da região, ao destacar que “nossa Amazônia é maior que toda Europa Ocidental e permanece praticamente intocada, prova de que somos um dos países que mais protege o meio ambiente”.

ALTIVEZ
O que se viu na fala de Bolsonaro foi a altivez de um presidente respaldado pelo voto popular da maioria verdadeiramente democrática do gigante Brasil; a palavra forte de um país que renasce ecoando no mundo uma soberania que havia sido conspurcada pelos governos anteriores.

INDÍGENAS
Cerca de 14% do território brasileiro é demarcado como terras indígenas e Bolsonaro destacou que não pretende demarcar novos territórios. “O Brasil não vai aumentar para 20% sua área já demarcada como terra indígena, como alguns chefes de Estados gostariam que acontecesse”, afirmou. “O índio não quer ser latifundiário pobre em cima de terras ricas. É o caso das reservas Ianomâmi e Raposa Serra do Sol. Nessas reservas, existe grande abundância de ouro, diamante, urânio, nióbio e terras raras, entre outros”, disse, destacando que o Brasil usa 8% de seu território para produção de alimentos.

TOLERÂNCIA ZERO
O presidente brasileiro defendeu uma política de tolerância zero com a criminalidade, incluindo os crimes ambientais, ao criticar a mídia internacional pela repercussão negativa que as queimadas tiveram pelo mundo. “É uma falácia dizer que a Amazônia é patrimônio da humanidade e um equívoco, como atestam os cientistas, afirmar que a nossa floresta é o pulmão do mundo. Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista”, disse.

APRENDIZ
Causou profundo mal estar no seio da classe política a agressão gratuita de um parlamentar membro da bancada federal a um servidor da prefeitura de Porto Velho, quando participava de um evento e foi questionado. Isso mostrou, mais uma vez, o despreparo de nossos políticos (há as exceções) incapazes de aprender que “o bom político é aquele que não perde votos” de graça. O bom político soma (todos os dias) novos votos, é simpático, agradável até mesmo com seus opositores. Desse jeito, esse jovem político de futuro venturoso pode encerrar melancolicamente sua carreira. Nem sempre filho de peixe é peixinho!

CORVO
Não boto nenhuma fé nesse papo da candidatura de Luciano Huck em 2022. Se conseguir sair vai levar um nabo quem não tem tamanho. Ainda com FHC dando conselhos para esse chato da TV em encontros semanais.

PELA MORTE
Depois de todo o tempo em que os petralhas governaram o Brasil a situação não podia ser outra. Hoje no Brasil 63 milhões de inadimplentes e mais de 5 milhões de empresas que não conseguem pagar seus impostos. É ou não a hora da morte?




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