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Porto Velho,  qui,   17/outubro/2019     
artigos

O povo nas ruas contra a Energisa. Vai ser na quinta feira

29/09/2019 18:32:13
Gessi Taborda
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FILOSOFANDO - ‚ÄúViva o hoje, pois o ontem j√° se foi, e o amanh√£ talvez nem venha‚ÄĚ. Reflex√£o de Z√© Aparecido (in mem√≥ria), meu editor em S√£o Paulo. 



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EDITORIALZIM
A coisa degringolou de tal maneira que a vontade do Brasil não vale nada para políticos como os presidentes de Câmara e Senado. E vale menos ainda para os cardeais do Supremo. Com base em regras inexistentes, o STF anula sentenças alheias, abre inquéritos próprios, censura revista, suspende apurações que podem atingir seus ministros e impõe medidas cautelares contra quem não tem foro privilegiado. Tudo em nome da “democracia”, claro.
Há uma insanidade sequer imaginada pelos brasileiros que pagam impostos e sonham com uma pátria verdadeiramente democrática onde a segurança jurídica seja algo concreto, palpável. Por muito menos que isso aconteceu a revolta armada de 1964, quando as forças armadas atenderam o clamor do povo cassando e depondo corruptos, evitando a marcha insana que levava o Brasil para o comunismo e socialismo nos moldes de Cuba.
O Brasil de hoje vive a ditadura dos corruptos, das organizações criminosas e de delinquentes de todos os gêneros. Não existem mais políticos com a força das lideranças antigas, como Carlos Lacerda, Magalhaes Pinto (só para citar alguns exemplos) capazes de puxar uma mega manifestação contra os mandas-chuvas que perderam a vergonha agindo em interesses próprios em favor das organizações criminosas espalhadas pelo território nacional. E por isso estamos no limiar de uma nova ruptura social no Brasil... Estamos vivendo o PIOR DOS PESADELOS IMAGINÁVEIS: a DITADURA DA TOGA associada à CLEPTOCRACIA dominante no Congresso. Acordem, políticos, antes que seja tarde!

ENERGISA
A avenida Sete de Setembro será palco de um megaprotesto contra os atos da Energisa, empresa responsável pela distribuição e energia elétrica no estado de Rondônia, no próximo dia 3. A concentração começará a 8 horas da quinta feira em frente o prédio da administração da empresa que comprou o controle da ex-Ceron, em frente ao prédio da sede do gabinete do prefeito de Porto Velho.
Consumidores rondonienses usarão o protesto para pressionar a concessionária a diminuir o valor da tarifa de luz, forçar uma explicação plausível para o aumento na conta de luz nos últimos meses e denunciar supostos casos de fraudes em medidores.

AUMENTO DE 300%
Há várias denúncias feitas por consumidores rondonienses de aumentos escorchantes. Quem pagava em média R$ 370 por mês chegou a receber boleto com valores acima de 1.500 reais após a empresa trocar relógios medidores de consumo.
Há denúncias de muitas irregularidades, inclusive de bloqueio de medidores e colocação de medidores que marcam consumo mesmo quando todas as fontes de consumo da residência estão desligadas. A política da empresa vem causando o fechamento de pequenos negócios que não conseguem mais pagar os aumentos exorbitantes, em muitos casos superiores a 300%. Em Rondônia os deputados estaduais abriram uma CPI para apurar as irregularidades denunciadas.

MUITO RUIM
O que não se pode olvidar é a origem dessa situação de desarranjo em que se debate o Brasil. Faz parte da herança das décadas de cleptocracia promovida pelo petismo e seus satélites. De acordo com dados do IBGE, os trabalhadores na informalidade atingiram o recorde de 41,4% do total da população ocupada no país. Há um movimento de queda do número de trabalhadores que contribuem para a previdência social desde o início do ano.

ESMOLAS
O cenário da capital rondoniense mostra bem como anda a crise no Brasil. Cada dia é maior o número de pessoas pedindo esmolas nas ruas, especialmente em cruzamentos de ruas movimentadas de Porto Velho. Antes eram pessoas com deficiências de locomoção e visão, mas agora o número mais visível é uma leva de venezuelanos que fugiram da ditadura de Nicolás Maduro e escolheram Rondônia para se refugiar. 
Placas de papelão, bonés, roupas coloridas, recipientes plásticos, e até litros de leite cortados ao meio para guardar o dinheiro arrecadado, viraram os adereços principais de dezenas de venezuelanos, de origem indígena, espalhados pelos principais cruzamentos de Porto Velho.
As mulheres de tribos indígenas da Venezuela usam meninos de colo, e até carregadas nos ombros, ou crianças muito jovens para pedir moedas aos condutores de veículos rezando para garantir o mínimo para a sobrevivência.

TRABALHAR
Como se pode ler nas próprias placas de papelão mostradas por esses “refugiados” gostariam de trabalhar. Mas sofrem com o desemprego verificado hoje em Rondônia. É a falta de emprego que os leva a pedir esmolas. Perguntados porque não ficaram no seu país, a maior deles declara: “Lá não tem comida”. 
Perguntado se é melhor viver em Porto Velho pedindo esmolas, um desses refugiados explicou: “Sim, aqui é melhor”. E acrescentou: aqui consigo ganhar até uns 70 reais. Arrecado mais nas ruas do que ganharia na Venezuela, se houvesse emprego. Lá o salário é muito baixo e não dá para nada.

PAZ
Em Porto Velho tudo parece estar na santa paz política. O prefeito vem sentindo o crescimento de sua popularidade com as diversas frentes de obras por todo o município da capital, especialmente em áreas tradicionalmente esquecidas pelas gestões anteriores. Mas na medida em que o ano caminha para o final, possíveis tsunamis serão formados. Faz parte do jogo.

CRESCENTE
Fonte do segmento da segurança pública falou sobre a preocupação com o crescente número de drogados na cidade. Pelo menos 60% das pessoas abordadas pela polícia, especialmente no período noturno, são usuários de drogas.

RESPOSTA
Uma pergunta que não quer calar: quando vai se saber o que será feito do elefante branco feito com dinheiro de doações da população para ser um hospital especializado no tratamento do câncer, localizado ali nas proximidades do clínica São Pelegrino? Ninguém ficou sabendo nem mesmo onde foi parar os milhões arrecadados e muito menos o final da história inventada de que o tal elefante iria virar o Hospital Universitário a UNIR.

OUTRA
Há outra pergunta que não quer calar: onde foi parar a pequena fortuna desviada da Universidade Federal de Rondônia por um antigo reitor em benefício de seu amante? E isso não preocupa nem mesmo a esquerdalha tão ativa na hora de protestar por bandeiras menos importantes!




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